10 métodos de estudo que te ajudam a aprender mais
por Redação Realizzare
Engana-se quem pensa que produtividade e rendimento são conceitos relacionados apenas a trabalho ou a competições e atividades esportivas.
Os estudantes de uma maneira geral – e em especial aqueles que vão prestar um vestibular, concurso, Enem ou mesmo aquela sequência de provas bimestrais – sabem o quanto é importante aproveitar bem o tempo dedicado aos estudos, a fim de assimilar as matérias da melhor forma possível.
Muitos alunos, no entanto, enfrentam reais dificuldades na hora de estudar. Parece que o conteúdo custa a “entrar na cabeça”, por mais que se esforcem e se dediquem.
Nesse sentido, é importante entender que, para grande parte das pessoas, debruçar-se sobre livros, apostilas e cadernos por horas a fio não é suficiente para garantir o aprendizado.
Muitas vezes, o aluno deve buscar e aplicar métodos de estudo que combinem com o seu perfil, para que encontre o seu jeito ideal de aprender e, dessa forma, assimile os conteúdos com mais facilidade.
Continue com a gente neste post, pois você vai conhecer algumas técnicas simples de serem aplicadas na hora de estudar e que irão ajudá-lo a destravar a mente.
Métodos de estudo orientam o cérebro a aprender melhor
Estudar é uma atividade complexa, que demanda tempo, esforço da mente e dedicação e empenho por parte do aluno.
Nesse sentido, os métodos de estudo podem ser entendidos como uma forma de conjugar todos esses fatores, sistematizando, por meio da aplicação de técnicas específicas, o processo individual de aprendizagem.
Quando o aluno encontra a forma de estudar que melhor se adapta ao seu perfil e personalidade, ele desfruta de benefícios como aprendizado mais rápido, maior capacidade de concentração, melhor gestão do tempo e obtenção de conhecimento sem prazo de validade (que normalmente é a data da prova), levando-o para o resto da vida.
Vamos conhecer dez métodos de estudo que certamente aumentarão sua produtividade e rendimento quando você estiver na frente dos livros.
1. Resumos e fichamentos
Resumos são um clássico. Enquanto avança no conteúdo, o estudante anota as principais ideias relacionadas à disciplina, em forma de tópicos, a fim de fixar tudo o que leu. Posteriormente, as anotações servirão para revisar a matéria.
Os fichamentos diferem por serem construídos de maneira mais completa. O aluno interpreta tudo o que estudou, separa o conteúdo em vários itens e desenvolve pequenos textos relativos a cada um com as suas próprias palavras.
Este método de estudo revela-se bastante eficiente para assimilar a matéria, pois o estudante atua como se estivesse elaborando o próprio conhecimento.
2. Método Pomodoro
A técnica consiste em alternar períodos de estudo em que o foco é total com momentos de relaxamento.
O método original prevê que, durante 25 minutos cronometrados, o aluno esteja completamente concentrado na atividade que está desenvolvendo. Quando o alarme toca, cinco minutos de pausa, priorizando o descanso mental. Depois disso, mais 25 minutos de foco e um novo break.
Após quatro ciclos pomodoro, deve-se ajustar o tempo de descanso para 10 ou 15 minutos.
O processo de alternância entre concentração total e relaxamento pleno condiciona o cérebro a trabalhar com mais eficiência nos momentos de foco.
Para te ajudar a controlar o tempo, você pode contar com aplicativos ou extensões do Google, como a Marinara.
3. Mapa mental
Este é um método de estudo muito indicado para pessoas visuais, aquelas que têm memória fotográfica e aprendem com mais facilidade quando utilizam recursos como imagens, gráficos e tabelas.
O aluno constrói um diagrama em que, no centro, está o tema central do assunto estudado. A partir dele, cria ramificações, adicionando as informações periféricas e associando imagens, expressões ou palavras-chave a cada uma delas.
Existem plataformas digitais e apps que ajudam o aluno a criar os seus mapas mentais para diferentes matérias, potencializando os estudos.
Veja só um exemplo de um Mapa Mental criado no Mind Meister:

4. Estudo intercalado
Bastante indicada como uma forma de não cansar o cérebro rapidamente. Consiste em intercalar o estudo de matérias, para evitar que a mente entre num modo de “piloto automático”.
Em vez de passar a tarde inteira estudando a disciplina A, divide-se o tempo em dois, priorizando a matéria B num segundo momento.
Basicamente, é o que acontece na escola. As disciplinas são divididas em aulas que são dadas ao longo da semana, e não todas de uma vez em um único dia.
5. Testes práticos
Resolver exercícios, provas antigas e simulados que tratam dos conteúdos estudados ao longo do último mês ou da última semana é uma das formas mais eficientes de assimilar informações.
Essa prática permite que o aluno avalie o seu grau atual de conhecimento, colocando luz sobre os tópicos que precisam ser revistos.
6. Pensamento difuso
O cérebro humano funciona de duas formas distintas.
Quando a chavinha está no modo focado, é o momento em que a mente encontra-se completamente concentrada no assunto que está sendo estudado.
Por outro lado, quando a chavinha vai para o modo difuso, os pensamentos fluem relaxados e com liberdade, podendo criar as mais diversas conexões entre o mundo ao redor e os conteúdos sobre os quais estamos debruçados.
Por isso, vale a pena investir no pensamento difuso como método de estudo. Muitas vezes, assistir a um filme, passear no parque ou simplesmente bater papo com um amigo ajuda o cérebro a processar informações, remetendo a situação às ideias que ficaram travadas durante os estudos.
7. Técnica mnemônica
Este vem na esteira do item anterior. Trata-se de um método de estudo em que o aluno associa palavras, frases ou músicas ao conteúdo que necessita assimilar, como forma de facilitar o aprendizado.
8. Método EPL2R
Esta técnica, baseada nos estágios de leitura, consiste em iniciar o processo de aprendizagem com uma avaliação superficial do conteúdo, para somente então começar a se aprofundar.
Os estágios nos quais o aluno evolui neste método são explicados pelas letras da sigla, como segue:
- Explorar – momento inicial, no qual é feita uma leitura básica do conteúdo, com ênfase no título, subtítulos e tópicos.
- Perguntar – após a primeira leitura do texto, elaborar as primeiras questões relativas ao conteúdo, tentando encontrar as respostas mentalmente, sem consultar o material.
- Ler – fazer uma segunda leitura, desta vez com foco total em todas as informações apresentadas.
- Rememorar – hora de fazer anotações, resumo e fichamento do conteúdo.
- Repassar – é o momento de realizar revisões periódicas, para que as informações sejam assimiladas e não se percam na memória.
9. Auto explicação e auto interrogação
A auto explicação é uma técnica em que, após ler um conteúdo, o estudante explica para si mesmo em voz alta tudo o que aprendeu. Isso faz com que a mente crie conexões a respeito do material, levando a uma melhor retenção das informações.
No caso da auto interrogação, o aluno cria mentalmente questões sobre o conteúdo e busca responder com suas próprias palavras. Esta técnica força o cérebro a lembrar-se do que foi lido, aprofundando a compreensão do conteúdo.
10. Releitura
Trata-se da revisão de todo o material, desta vez com muito mais atenção e foco.
Normalmente, como já foi dito, a primeira leitura serve para que o cérebro assimile o conceito geral do que foi apresentado.
São nas vezes seguintes que as informações mais detalhadas do conteúdo são absorvidas.
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